Ao cessar a corrente da bobina o campo magnético também cessa, fazendo com que os contatos voltem para a posição original. Os relés podem ter diversas configurações quanto aos seus contatos: podem ter contatos NA, NF ou ambos, neste caso com um contato comum ou central (C). Os contatos NA (normalmente aberto) são os que estão abertos enquanto a bobina não está energizada e que fecham, quando a bobina recebe corrente.
Os NF (normalmente fechado) abrem-se quando a bobina recebe corrente, ao contrário dos NA. O contato central ou C é o comum, ou seja, quando o contato NA fecha é com o C que se estabelece a condução e o contrário com o NF.
A principal vantagem dos Relés em relação aos SCR (Silicon Controlled Rectifier - Retificador Controlado de Silício) e os Triacs (Triode for Alternating Current) é que o circuito de carga está completamente isolado do de controle, podendo inclusive trabalhar com tensões diferentes entre controle e carga. A desvantagem é o fator do desgaste, pois em todo o componente mecânico há uma vida útil, o que não ocorre nos Tiristores. Devem ser observadas as limitações dos relés quanto a corrente e tensão máxima admitida entre os terminais. Se não forem observados estes fatores a vida útil do relé estará comprometida, ou até a do circuito controlado.
As partes que compõem um relé eletromecânico são:
- Eletroímã (bobina) - constituído por fio de cobre
em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético; - Armadura de ferro móvel;
- Conjuntos de contatos;
- Mola de rearme;
- Terminais - estes podem variar dependendo da aplicação.
Fonte: http://www.infoescola.com/eletronica/rele/
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